Aula 01: Leitura da ementa.
Aula 02: Predicação:
Aula 02: Predicação:
Predicado é tudo o que se declara acerca do sujeito, ou seja, é tudo que há na frase que não é o sujeito.
PREDICADO VERBAL
O predicado verbal contitui-se de um verbo ou locução verbal que expressa a idéia de
ação. Este verbo pode ser transitivo ou intransitivo.
O núcleo do predicado verbal é o verbo (que é chamado de significativo)
pois traz em si a idéia de ação.
Ex. Aquele menino brincava com uma pipa.
Sujeito=aquele menino
Núcleo do Suj.=menino
Núcleo do Suj.=menino
Predicado=brincava com uma pipa
Tipo de pred.=verbal
Núcleo do pred. verbal=brincava
Tipo de pred.=verbal
Núcleo do pred. verbal=brincava
Mais exemplos:
O professor já corrigiu as provas.
O Brasil foi descoberto por Cabral.
O viajante caminhava pela estrada.
A árvore pertence ao mundo da natureza.
O professor já corrigiu as provas.
O Brasil foi descoberto por Cabral.
O viajante caminhava pela estrada.
A árvore pertence ao mundo da natureza.
PREDICADO NOMINAL
É formado por um verbo de ligação e um predicativo do sujeito.O pred. nominal
nos informa algo a respeito do sujeito.Indica um estado ou uma qualidade do
sujeito.
O núcleo do pred. nominal é o predicativo do sujeito.
Ex. A prova era difícil.
Sujeito = a prova
Núcleo de sujeito=prova
Predicado=era difícil
Tipo de Predicado=nominal( verbo de ligação+predicativo do sujeito)
verbo de lig.=era pred. do suj.=difícil
Núcleo do pred. nominal=difícil.
Núcleo de sujeito=prova
Predicado=era difícil
Tipo de Predicado=nominal( verbo de ligação+predicativo do sujeito)
verbo de lig.=era pred. do suj.=difícil
Núcleo do pred. nominal=difícil.
Mais exemplos:
A criança ficou ferida.
Aquela mulher parece uma criança.
A criança ficou ferida.
Aquela mulher parece uma criança.
PREDICADO VERBO-NOMINAL
É formado por um verbo significativo (ação) mais o predicativo do
sujeito.
O pred. verbo-nominal nos dá 2 informações: ação e estado.
O núcleo do PVN é o verbo e o predicativo (nome).
O pred. verbo-nominal nos dá 2 informações: ação e estado.
O núcleo do PVN é o verbo e o predicativo (nome).
OBS: como aqui o verbo é de ação,logo o pvn não possui verbo de ligação.
Ex.A criança brincava distraída.
Suj= a criança
Núcleo do suj.=criança
Pred.=brincava distraída.
Suj= a criança
Núcleo do suj.=criança
Pred.=brincava distraída.
Tipo de pred.=verbo-nominal (ação+estado)
Núcleo do pred.=brincava/distraída
Núcleo do pred.=brincava/distraída
Mais ex.
A chuva caía fina.
O dentista voltou sério.
E. Lições de português pela análise sintática. P. 30-33.
A chuva caía fina.
O dentista voltou sério.
E. Lições de português pela análise sintática. P. 30-33.
Aula 03: Transitividade verbal: Tipos de construções; Complementos
e adjuntos.
PERINI. M. Gramática do Português Brasileiro. Cap. 2:
Construções. P. 49-63.
O verbo, quanto à predicação, pode ser classificado em:
- Transitivo: é o verbo considerado de sentido incompleto, que exige complemento que lhe integre o sentido. Esse pode ou não vir revelado na oração.
- Transitivo direto: é aquele que vem acompanhado de um objeto sem preposição obrigatória (objeto direto ou objeto direto preposicionado).
- Transitivo: é o verbo considerado de sentido incompleto, que exige complemento que lhe integre o sentido. Esse pode ou não vir revelado na oração.
- Transitivo direto: é aquele que vem acompanhado de um objeto sem preposição obrigatória (objeto direto ou objeto direto preposicionado).
O exemplo traz um verbo transitivo direto, pois o verbo comprar exige complemento para
inteirar seu sentido. Quando se compra, compra-se obrigatoriamente algo.
O complemento do verbo é chamado de ‘objeto’. Quando esse objeto é ligado ao verbo sem intervenção de uma preposição é chamado de ‘objeto direto’, assim o verbo torna-se ‘verbo transitivo direto’.
Há também o ‘objeto direto preposicionado’, esse é ligado ao verbo por uma preposição não obrigatória.
Veja:
Ex.: A bruxa bebeu de sua poção mágica.
transitivo complemento com preposição
direto não obrigatória
- Transitivo indireto: esse vem acompanhado de um objeto com preposição obrigatória (objeto indireto).
Ex.: Os filhos devem obedecer aos pais.
transitivo indireto objeto indireto (preposição obrigatória)
O exemplo traz um verbo que requer complemento para integrar seu sentido, pois quem ‘obedece’, obedece, necessariamente, a alguém ou algo. Esse complemento ligado ao verbo com a intervenção de uma preposição é chamado de ‘objeto indireto’.
- Transitivo direto e indireto: aquele que vem acompanhado de um objeto sem preposição (objeto direto) e de um objeto com preposição (objeto indireto).
Ex.: O jornal dedicou uma página ao episódio.
verbo transitivo objeto direto objeto indireto
direto e indireto
- Intransitivo: é o verbo considerado de sentido completo, que não exige complemento que lhe integre o sentido.
Ex.: A criança dorme.
- Verbo de ligação: é aquele que serve para estabelecer certo tipo de relação entre um atributo do sujeito e o sujeito, sempre com significado de estado ou mudança de estado.
Ex.: O bebê é calmo.
sujeito verbo de ligação atributo do sujeito
estado permanente
O bebê está calmo.
sujeito verbo de ligação atributo do sujeito
estado transitório
O bebê ficou calmo.
sujeito verbo de ligação atributo do sujeito
mudança de estado
O complemento do verbo é chamado de ‘objeto’. Quando esse objeto é ligado ao verbo sem intervenção de uma preposição é chamado de ‘objeto direto’, assim o verbo torna-se ‘verbo transitivo direto’.
Há também o ‘objeto direto preposicionado’, esse é ligado ao verbo por uma preposição não obrigatória.
Veja:
Ex.: A bruxa bebeu de sua poção mágica.
transitivo complemento com preposição
direto não obrigatória
- Transitivo indireto: esse vem acompanhado de um objeto com preposição obrigatória (objeto indireto).
Ex.: Os filhos devem obedecer aos pais.
transitivo indireto objeto indireto (preposição obrigatória)
O exemplo traz um verbo que requer complemento para integrar seu sentido, pois quem ‘obedece’, obedece, necessariamente, a alguém ou algo. Esse complemento ligado ao verbo com a intervenção de uma preposição é chamado de ‘objeto indireto’.
- Transitivo direto e indireto: aquele que vem acompanhado de um objeto sem preposição (objeto direto) e de um objeto com preposição (objeto indireto).
Ex.: O jornal dedicou uma página ao episódio.
verbo transitivo objeto direto objeto indireto
direto e indireto
- Intransitivo: é o verbo considerado de sentido completo, que não exige complemento que lhe integre o sentido.
Ex.: A criança dorme.
- Verbo de ligação: é aquele que serve para estabelecer certo tipo de relação entre um atributo do sujeito e o sujeito, sempre com significado de estado ou mudança de estado.
Ex.: O bebê é calmo.
sujeito verbo de ligação atributo do sujeito
estado permanente
O bebê está calmo.
sujeito verbo de ligação atributo do sujeito
estado transitório
O bebê ficou calmo.
sujeito verbo de ligação atributo do sujeito
mudança de estado
Aula 04: Complementos verbais: os objetos.
SAUTCHUK, p. 97-101.
c Atividade
extra para a NP1: entregar um texto que deve ter entre 15 e 20 linhas
explicando o que foi entendido do seguinte texto:
PERINI, M. Princípios de linguística descritiva. Cap. 16:
Classes e funções. P. 137-140.
Objeto Direto (completa os verbos
transitivos diretos)
Ex: “A mãe queria imediatamente seu filho.”
No exemplo acima, chamamos o complemento “seu filho” de Objeto Direto,
porque não vem acompanhado de preposição.
(“Quem quer, quer algo”) Este “algo” é o complemento do
verbo querer. Neste caso: “queria seu filho”.
Objeto Indireto (completa os verbos
transitivos indiretos)
Ex: “A cozinheira precisava de ajuda.”
No exemplo acima, chamamos o complemento “ajuda” de Objeto Indireto,
porque vem acompanhado de preposição (de).
(“Quem precisa, precisa de algo”) Este “algo” é
o complemento do verbo precisar. Neste caso: “precisava de ajuda”.
Predicativo
do Sujeito
O predicativo do
Sujeito não é considerado, por alguns gramáticos, um complemento verbal, mas
quando vem em seguida de um verbo de ligação, ele se comporta
semelhantemente aos Objetos Direto e Indireto, completando o sentido do verbo.
Ex: “O rapaz está adoentado.”
No exemplo acima, chamamos o complemento “adoentado” de Predicativo do
Sujeito, porque caracteriza o sujeito e vem em seguida de um verbo de ligação.
OBS: Para definir qual o complemento verbal, uma dica é observar o verbo
ao qual este se liga. Se o verbo for de LIGAÇÃO, então é porque trata-se de um Predicativo,
se o verbo for TRANSITIVO DIRETO é porque se trata de umObjeto Direto, e
se o verbo for TRANSITIVO INDIRETO é porque seu complemento é um Objeto
Indireto.
Aula 05: Exercícios.
Aula 06: Predicativo do sujeito. Predicativo do objeto. Agente da
passiva.
SAUTCHUK, p. 101-106.
Há o predicativo do sujeito e do objeto.
Há o predicativo do sujeito e do objeto.
PREDICATIVO DO SUJEITO
É o termo que exprime um atributo, qualidade, estado ou modo de ser do
sujeito, ao qual se prende por um verbo de ligação, que está presente no predicado
nominal e no verbo-nominal.
A casa era de vidro.
A vida tornou-se insuportável.
A ilha parecia um monstro.
O menino abriu a porta ansioso.
PREDICATIVO DO OBJETO
É o termo que se refere ao objeto de um verbo transitivo.
O juiz declarou o réu inocente.
Alguns chamam-no (de) impostor.
Os inimigos chamam-lhe (de) traidor.
A mãe viu-o desanimado.
AGENTE DA PASSIVA
É o complemento de um verbo na voz passiva. Representa o ser
que pratica a ação expressa pelo verbo passivo. Geralmente, vem acompanhado
pela preposição por:
Uma bola foi comprada por João. (João praticou a ação de
comprar)
Aula 07: Exercícios
Aula 08: Adjunto adnominal. Adjunto adverbial. Complemento nominal.
Aposto. Vocativo.
SAUTCHUK, 107-119.
ADJUNTO ADNOMINAL
É o termo de valor adjetivo que serve para especificar ou delimitar o
significado de um substantivo. Pode ser expresso:
1) pelos adjetivos:
Na areia podemos fazer até castelos soberbos, onde abrigar o
nosso íntimo sonho.
2) pelos artigos:
Oovo é a cruz que a galinha carrega na vida.
3) pelos pronomes adjetivos:
Vários vendedores de artesanato expunham suas mercadorias.
4) pelos numerais:
Casara-se havia duas semanas.
5) pelas locuções adjetivas:
Tinha uma memória de prodígio.
ATENÇÃO!!ADJUNTO ADNOMINAL X COMPLEMENTO NOMINAL
Não se deve confundir o adjunto adnominal formado por locução adjetiva e
o complemento nominal. Este é o paciente da ação expressa por
um nome transitivo.Aquele representa o agente da ação ou a origem,
qualidade de alguém ou de alguma coisa.
Eleição do presidente.(Presidente é paciente da
eleição, sofre a ação)
Discurso do presidente.(Presidente é agente do
discurso, pratica a ação)
ADJUNTO ADVERBIAL
É o termo que exprime uma circunstância (de tempo, lugar, modo, etc.)
Aqui não passa ninguém.
Lá embaixo aparece Jacarecanga sob o sol do meio-dia.
Lá embaixo aparece Jacarecanga sob o sol do meio-dia.
Aposto
Primeiramente, vejamos o que é aposto. Observe a frase a seguir:
Manoel, português casado com minha prima, é um ótimo engenheiro.
Veja que o trecho “português casado com minha prima” está explicando quem é o sujeito da oração “Manoel”. Esse trecho é o aposto da oração.
Observe a próxima:
Foram eles, os meninos, que jogaram a bola no seu quintal ontem.
Mais uma vez temos um trecho (aposto) “os meninos” explicando um termo anterior: Foram eles... Eles quem? Os meninos.
Podemos concluir que o aposto é uma palavra ou expressão que explica ou que se relaciona com um termo anterior com a finalidade de esclarecer, explicar ou detalhar melhor esse termo.
Há alguns tipos de apostos:
• Explicativo: usado para explicar o termo anterior: Gregório de Matos, autor do movimento barroco, é considerado o primeiro poeta brasileiro.
• Especificador: individualiza, coloca à parte um substantivo de sentido genérico: Cláudio Manuel da Costa nasceu nas proximidades de Mariana, situada no estado de Minas Gerais.
Manoel, português casado com minha prima, é um ótimo engenheiro.
Veja que o trecho “português casado com minha prima” está explicando quem é o sujeito da oração “Manoel”. Esse trecho é o aposto da oração.
Observe a próxima:
Foram eles, os meninos, que jogaram a bola no seu quintal ontem.
Mais uma vez temos um trecho (aposto) “os meninos” explicando um termo anterior: Foram eles... Eles quem? Os meninos.
Podemos concluir que o aposto é uma palavra ou expressão que explica ou que se relaciona com um termo anterior com a finalidade de esclarecer, explicar ou detalhar melhor esse termo.
Há alguns tipos de apostos:
• Explicativo: usado para explicar o termo anterior: Gregório de Matos, autor do movimento barroco, é considerado o primeiro poeta brasileiro.
• Especificador: individualiza, coloca à parte um substantivo de sentido genérico: Cláudio Manuel da Costa nasceu nas proximidades de Mariana, situada no estado de Minas Gerais.
• Enumerador: sequência de termos usados para desenvolver ou
especificar um termo anterior: O aluno dever ir à escola munido de todo
material escolar:borracha, lápis, caderno, cola, tesoura, apontador e régua.
• Resumidor: resume termos anteriores: Funcionários da limpeza, auxiliares, coordenadores, professores, todos devem comparecer à reunião.
Vocativo
Observe as orações:
1. Amigos, vamos ao cinema hoje?
2. Lindos, nada de bagunça no refeitório!
Os termos “amigos” e “lindos” são vocativos, usados para se dirigir a quem escuta de formas ou intenções diferentes, como nos períodos anteriores: a utilização de um substantivo na primeira frase e de um adjetivo na segunda. Podemos concluir que:
Vocativo: é a palavra, termo, expressão utilizada pelo falante para se dirigir ao interlocutor por meio do próprio nome, de um substantivo, adjetivo (característica) ou apelido.
• Resumidor: resume termos anteriores: Funcionários da limpeza, auxiliares, coordenadores, professores, todos devem comparecer à reunião.
Vocativo
Observe as orações:
1. Amigos, vamos ao cinema hoje?
2. Lindos, nada de bagunça no refeitório!
Os termos “amigos” e “lindos” são vocativos, usados para se dirigir a quem escuta de formas ou intenções diferentes, como nos períodos anteriores: a utilização de um substantivo na primeira frase e de um adjetivo na segunda. Podemos concluir que:
Vocativo: é a palavra, termo, expressão utilizada pelo falante para se dirigir ao interlocutor por meio do próprio nome, de um substantivo, adjetivo (característica) ou apelido.
Aula 09: Exercícios
Aula 10: Visão geral dos termos da oração.
SAUTCHUK, p. 120-133.
Sujeito
É o termo da oração do qual se declara alguma coisa.
Exemplo: No céu, um sol claro anuncia o verão.
Exemplo: No céu, um sol claro anuncia o verão.
Características do Sujeito:
I. Pode ser identificado através da pergunta "quem é que"... (ou
"que é que"...), feitaantes do verbo da oração
Que(m) é que + verbo? __ Resposta=sujeito
II. É substituível por ele(s), ela(s)
III. O verbo concorda com o sujeito.
Que(m) é que + verbo? __ Resposta=sujeito
II. É substituível por ele(s), ela(s)
III. O verbo concorda com o sujeito.
Classificação do sujeito:
I. Simples: tem um único núcleo.
Exemplo: O velho navio aproximava-se do cais.
II. Composto: tem dois ou mais núcleos
Exemplo: As ruas e as praças estão vazias.
III. Oculto, elíptico ou desinencial: o sujeito pode ser identificado pela desinência do verbo ou pelo contexto em que aparece.
Exemplo: Voltarás para casa (sujeito: tu)
Exemplo: O velho navio aproximava-se do cais.
II. Composto: tem dois ou mais núcleos
Exemplo: As ruas e as praças estão vazias.
III. Oculto, elíptico ou desinencial: o sujeito pode ser identificado pela desinência do verbo ou pelo contexto em que aparece.
Exemplo: Voltarás para casa (sujeito: tu)
IV. Indeterminado: Quando não é possível determinar o
sujeito. Com verbos na 3ª pessoa do plural sem referência a elemento anterior.
Exemplo: Atualmente, espalham muitos boatos.
Com verbo na 3ª pessoa do singular + se (em orações que não admitem a voz passiva analítica)
Exemplo: Precisou-se de novos professores.
Exemplo: Atualmente, espalham muitos boatos.
Com verbo na 3ª pessoa do singular + se (em orações que não admitem a voz passiva analítica)
Exemplo: Precisou-se de novos professores.
Orações sem sujeito:
I. Verbo haver significando existir, acontecer e
indicando tempo passado.
Exemplos:
Aqui já houve grandes festas.
Amanhã faz dez anos que ele partiu.
Exemplos:
Aqui já houve grandes festas.
Amanhã faz dez anos que ele partiu.
II. Verbo ser indicando tempo, horas, datas e
distâncias.
Exemplo: Agora são cinco e doze da tarde.
Exemplo: Agora são cinco e doze da tarde.
III. Verbos indicativos de fenômenos da natureza.
Exemplo: Ontem à tarde, ventou muito aqui.
Exemplo: Ontem à tarde, ventou muito aqui.
Predicativo
É tudo que se diz do sujeito. (Retirando o sujeito, o que fica na oração
é o Predicado.)
Predicado verbal:
Apresenta verbos sem ligação.
Apresenta predicativo (só do sujeito).
O núcleo é predicativo.
Exemplo: Eles estavam furiosos.
Apresenta predicativo (só do sujeito).
O núcleo é predicativo.
Exemplo: Eles estavam furiosos.
Predicado verbo-nominal:
Apresenta verbo significativo
Apresenta predicativo (do sujeito ou de objeto)
Dois núcleos: o verbo e o predicativo.
Exemplos:
Eles invadiram furiosos a loja.
Todos consideram ruim o filme.
Apresenta predicativo (do sujeito ou de objeto)
Dois núcleos: o verbo e o predicativo.
Exemplos:
Eles invadiram furiosos a loja.
Todos consideram ruim o filme.
Verbo significativo
Expressa uma ação, ou um acontecimento.
Exemplo:
"O sol nasce pra todos, todo dia de manhã..." (Humbeto Gessinger)
"Enquanto a vida vai e vem, você procura achar alguém.." (Renato Russo)
Exemplo:
"O sol nasce pra todos, todo dia de manhã..." (Humbeto Gessinger)
"Enquanto a vida vai e vem, você procura achar alguém.." (Renato Russo)
Temos relacionados ao verbo
I. Objeto direto:
a) Funciona como destinatário/receptor do processo verbal.
b) Completa o sentido do verbo transitivo direto
c) Pode ser trocado por o, as, os, as.
d) A oração admite voz passiva.
Exemplo: Muitas pessoas viram o acidente
b) Completa o sentido do verbo transitivo direto
c) Pode ser trocado por o, as, os, as.
d) A oração admite voz passiva.
Exemplo: Muitas pessoas viram o acidente
II. Objeto indireto:
a) Funciona como destinatário/receptor do processo verbal.
b) Completa o sentido do verbo transitivo direto.
c) Apresenta-se sempre com preposição
d) A oração não admite voz passiva.
Exemplo: Todos discordam de você.
b) Completa o sentido do verbo transitivo direto.
c) Apresenta-se sempre com preposição
d) A oração não admite voz passiva.
Exemplo: Todos discordam de você.
III. Agente da passiva:
a) Pratica a ação verbal na voz passiva.
b) Corresponde ao sujeito da voz ativa.
c) Iniciado por preposição: por, pelo ou de.
Exemplo: O deputado foi vaiado pelos sem terra.
b) Corresponde ao sujeito da voz ativa.
c) Iniciado por preposição: por, pelo ou de.
Exemplo: O deputado foi vaiado pelos sem terra.
IV. Adjunto adverbial:
a) Acrescenta ao verbo cirscunstâncias de tempo, lugar, modo, dúvida,
causa, intensidade.
Termos Relacionados a nomes
I. Adjunto adnominal:
a) Determina, qualifica ou caracteriza o nome a que se refere.
b) Pode se referir a qualquer termo da oração (sujeito, objeto, etc.)
Exemplo: As três árvores pequenas secaram.
b) Pode se referir a qualquer termo da oração (sujeito, objeto, etc.)
Exemplo: As três árvores pequenas secaram.
II. Predicativo:
a) Exprime uma característica/qualidade atribuída ao sujeito ou ao objeto.
b) Liga-se ao sujeito ou ao objeto através de verbo de ligação (claro ou subtendido)
Exemplo:
Toda a cidade estava silenciosa.
Elegeram José representante de turma.
b) Liga-se ao sujeito ou ao objeto através de verbo de ligação (claro ou subtendido)
Exemplo:
Toda a cidade estava silenciosa.
Elegeram José representante de turma.
III. Complemento nominal:
a) Completa o sentido de nomes (substantivos abstratos, advérbios) de
sentido incompleto.
b) Sempre com repetição.
Exemplo: Ninguém ficou preocupado com ele.
b) Sempre com repetição.
Exemplo: Ninguém ficou preocupado com ele.
IV. Aposto:
a) Detalha, caracteriza melhor, explica ou resume o nome a que se refere.
Exemplo: O Flamengo, time carioca, ganhou ontem.
Exemplo: O Flamengo, time carioca, ganhou ontem.
V. Vocativo:
a) Usado para "chamar" o ser com quem se fala.
b) Na escrita, vem sempre isolado por vírgula(s)
Exemplo: Era a primeira vez, meu amigo, que eu a encontrava.
b) Na escrita, vem sempre isolado por vírgula(s)
Exemplo: Era a primeira vez, meu amigo, que eu a encontrava.
Principais diferenças entre complemento nominal e
adjunto adnominal
O complemento nominal é sempre iniciado por uma preposição e o adjunto
adnominal às vezes inicia-se por preposição. Por esse motivo, se houver dúvida,
você pode usar os seguintes critérios diferenciadores:
|
Adjunto
adnominal
|
Complemento
nominal
|
|
I. Só
se refere a substantivos (concretos e abstratos).
II. Quando o nome se refere, exprime uma ação; a adjunto adnominal é o agente dessa ação. III. Pode em certas frases indicar posse. |
I. Pode
se referir a substantivos abstratos,adjetivos e a advérbio.
II. Quando o nome a que se refere exprime uma ação, o complemento nominal é o paciente (alvo) dessa ação. III. Nunca indica posse. |
Exemplos:
I. Ele comprou alguns livros de literatura
O termo destacado (de literatura) refere-se ao nome livros, que
é um substantivo concreto. Observando o primeiro critério do
quadro, conclui-se que de literatura só pode seradjunto
adnominal, uma vez que o complemento nominal só se refere
a substantivos abstratos, nunca a concreto.
II. Seu amigo está descontente com nossa atitude.
Observe que com nossa atitude refere-se a descontente, que
é um adjetivo. Portanto, o tempo com nossa amizade só
pode ser complemento nominal, uma vez que o adjunto adnominal nunca
se refere a adjetivo.
III. A ofensa do torcedor irritou o juiz.
Nesse exemplo, a ofensa, é uma ação e
o torcedor é o agente da ação. Portanto pelo segundo critério do quadro, do
torcedor é adjunto adnominal. Você poderia chegar a
essa conclusão usando também o terceiro critério do quadro (do torcedor exprime posse).
Aula 11: Exercícios
Aula 12: Casos incomuns, uso dos pronomes. SAUTCHUK, p. 133-140.
Aula 13: Revisão: Classes gramaticais e funções sintáticas
autorizadas pelas bases.
As Funções Sintáticas são as funções exercidas
pelas classes gramaticais.
Observe:
"Maria" saiu de casa.
Maria é um "Substantivo" - sua classe gramatical.
Maria é um "Sujeito" da Oração - sua função sintática.
Vamos primeiramente conhecer as Funções Sintáticas, quais são elas? quantas são? Ou seja, dentro da Empresa quais as funções existentes?
Vamos lá! São Funções Sintáticas:
1. Sujeito
2. Predicativo
3. Complementos Verbais: Obejto Direto e Objeto Indireto
4. Adjuntos Adnominais
5. Adjuntos Adverbiais
6. Complemento Nominal
7. Aposto
8. Vocativo
9. Agente da Passiva
10. Predicado
Observe:
"Maria" saiu de casa.
Maria é um "Substantivo" - sua classe gramatical.
Maria é um "Sujeito" da Oração - sua função sintática.
Vamos primeiramente conhecer as Funções Sintáticas, quais são elas? quantas são? Ou seja, dentro da Empresa quais as funções existentes?
Vamos lá! São Funções Sintáticas:
1. Sujeito
2. Predicativo
3. Complementos Verbais: Obejto Direto e Objeto Indireto
4. Adjuntos Adnominais
5. Adjuntos Adverbiais
6. Complemento Nominal
7. Aposto
8. Vocativo
9. Agente da Passiva
10. Predicado
Então pensemos assim: Nós temos 10 classes
gramaticais e temos 9 funções possíveis dentro de uma oração.
Cada função é exercida por uma ou mais classes gramaticais, e algumas classes gramaticais podem exercer várias funções. Isso requer um pouco mais de atenção. Entenda primeiramente quais são as classes, quais são as funções e quem pode fazer o quê... Entendeu?
Vamos então analisar cada uma das Funções Sintáticas e memorizar que classes podem exercer esta função.
Inicialmente, recapitulemos:
"Oração" é qualquer estrutura que apresente obrigatoriamente um "verbo".
É ao redor deste "verbo" que a oração se estrutura.
Observe:
Toda menina adora bonecas.
As orações apresentam uma estrutura inicial bastante simples, formada por duas "partes essenciais":
Sujeito + Predicado
Cada função é exercida por uma ou mais classes gramaticais, e algumas classes gramaticais podem exercer várias funções. Isso requer um pouco mais de atenção. Entenda primeiramente quais são as classes, quais são as funções e quem pode fazer o quê... Entendeu?
Vamos então analisar cada uma das Funções Sintáticas e memorizar que classes podem exercer esta função.
Inicialmente, recapitulemos:
"Oração" é qualquer estrutura que apresente obrigatoriamente um "verbo".
É ao redor deste "verbo" que a oração se estrutura.
Observe:
Toda menina adora bonecas.
As orações apresentam uma estrutura inicial bastante simples, formada por duas "partes essenciais":
Sujeito + Predicado
O verbo da oração encontra-se no predicado,
enquanto o sujeito será formado com base em um "Substantivo", que
sempre será o núclo do Sujeito.
As funções sintáticas que estudaremos farão parte "ou do sujeito", "ou do predicado".
Vamos aprofundar agora em cada uma das Funções Sintáticas:
1. "Função Sujeito"
Atribuições: O Sujeito é a "pessoa ou coisa" sobre a qual iremos falar na frase. É o "quem" ou "o quê" da questão.
Características:
- O Sujeito se liga a um verbo, podendo executar e/ou sofrer a ação do verbo.
Classes Gramaticais do Sujeito: Apenas "SUBSTANTIVOS"!
OBS! Claro que podemos ter um pronome, um numeral ou qualquer classe gramatical virando um SUBSTANTIVO! (AULA 1)
"SUJEITO"
Sujeito de uma oração é o que podemos chamar de “aquele que executa o verbo”.
O sujeito é a pessoa ou coisa (portanto, um substantivo) que se relaciona direta e intimamente com o verbo. O sujeito pratica o verbo ou sofre os efeitos dele.
As funções sintáticas que estudaremos farão parte "ou do sujeito", "ou do predicado".
Vamos aprofundar agora em cada uma das Funções Sintáticas:
1. "Função Sujeito"
Atribuições: O Sujeito é a "pessoa ou coisa" sobre a qual iremos falar na frase. É o "quem" ou "o quê" da questão.
Características:
- O Sujeito se liga a um verbo, podendo executar e/ou sofrer a ação do verbo.
Classes Gramaticais do Sujeito: Apenas "SUBSTANTIVOS"!
OBS! Claro que podemos ter um pronome, um numeral ou qualquer classe gramatical virando um SUBSTANTIVO! (AULA 1)
"SUJEITO"
Sujeito de uma oração é o que podemos chamar de “aquele que executa o verbo”.
O sujeito é a pessoa ou coisa (portanto, um substantivo) que se relaciona direta e intimamente com o verbo. O sujeito pratica o verbo ou sofre os efeitos dele.
Observe:
João "comprou" um carro.
Temos o verbo: comprar.
Observe que temos uma seqüência natural para que criemos a frase:
Primeiro surge João.
Depois, o que ele fez: comprou.
E somente no final surge aquilo para o qual o verbo se direcionou, ou seja, "um carro".
João pratica o verbo sobre alguma "coisa"
O sujeito (João) que agiu sobre o verbo (comprou) que recaiu sobre seu completmento (um carro).
Observe:
No realidade, o sujeito surge primeiro que ao verbo, mesmo que na oração, ele apareça depois.
Sumiram João e Pedro.
Verbo: sumir.
Note que o sujeito aparece escrito após o verbo, mas na nossa realidade "João e Pedro" existem antes de eles “sumirem”. Assim, devemos entender o Sujeito como o motivo de o verbo existir, pois o sujeito surge antes do verbo.
O sujeito de uma oração deve ser capaz de fazer o verbo “acontecer”.
João "comprou" um carro.
Temos o verbo: comprar.
Observe que temos uma seqüência natural para que criemos a frase:
Primeiro surge João.
Depois, o que ele fez: comprou.
E somente no final surge aquilo para o qual o verbo se direcionou, ou seja, "um carro".
João pratica o verbo sobre alguma "coisa"
O sujeito (João) que agiu sobre o verbo (comprou) que recaiu sobre seu completmento (um carro).
Observe:
No realidade, o sujeito surge primeiro que ao verbo, mesmo que na oração, ele apareça depois.
Sumiram João e Pedro.
Verbo: sumir.
Note que o sujeito aparece escrito após o verbo, mas na nossa realidade "João e Pedro" existem antes de eles “sumirem”. Assim, devemos entender o Sujeito como o motivo de o verbo existir, pois o sujeito surge antes do verbo.
O sujeito de uma oração deve ser capaz de fazer o verbo “acontecer”.
Quando precisamos descobrir qual o sujeito de uma
oração, devemos primeiramente localizar o "verbo", pois o verbo só
existe, naquela frase, em função do que o sujeito precisa.
Observe:
Naquela casa residem três pessoas muito felizes.
Localizamos o verbo:
Naquela casa "residem" três pessoas muito felizes.
Agora precisamos achar o sujeito, aquele que executa a ação de “residir”.
Quem reside?
Três pessoas muito felizes.
Ou seja:
Três pessoas muito felizes residem naquela casa.
Então temos:
O verbo: residem (residir)
Quem residem? – Três pessoas muito felizes (sujeito)
Onde residem? Naquela casa (Circunstância de lugar)
A localização do sujeito pode ser feita através das perguntas:
Quem ou O quê? ao verbo: Quem matou: Quem comprou? O que abriu?
Observe:
Naquela casa residem três pessoas muito felizes.
Localizamos o verbo:
Naquela casa "residem" três pessoas muito felizes.
Agora precisamos achar o sujeito, aquele que executa a ação de “residir”.
Quem reside?
Três pessoas muito felizes.
Ou seja:
Três pessoas muito felizes residem naquela casa.
Então temos:
O verbo: residem (residir)
Quem residem? – Três pessoas muito felizes (sujeito)
Onde residem? Naquela casa (Circunstância de lugar)
A localização do sujeito pode ser feita através das perguntas:
Quem ou O quê? ao verbo: Quem matou: Quem comprou? O que abriu?
Observe que os pronomes que, quem devem sempre vir
antes do verbo quando fizeem a pergunta.
Temos, portanto:
O sujeito da oração: Três pessoas muito felizes
Este Sujeito é formado por quatro palavras:
três, pessoas, muito e felizes.
O núcleo do sujeito sempre será o ou os substantivo(os).
Neste caso, a palavra "pessoas".
Recapitulando:
Três pessoas muito felizes
Sujeito: Três pessoas muito felizes
Núcleo do Sujeito: pessoas
Predicado: residem naquela casa
Memorize: Todo sujeito tem como núcleo um substantivo.
"Tipos de Sujeito":
Agora vamos estudar os tipos de sujeito na oração. Como cada um deles se apresenta e quais as suas características.
Temos, portanto:
O sujeito da oração: Três pessoas muito felizes
Este Sujeito é formado por quatro palavras:
três, pessoas, muito e felizes.
O núcleo do sujeito sempre será o ou os substantivo(os).
Neste caso, a palavra "pessoas".
Recapitulando:
Três pessoas muito felizes
Sujeito: Três pessoas muito felizes
Núcleo do Sujeito: pessoas
Predicado: residem naquela casa
Memorize: Todo sujeito tem como núcleo um substantivo.
"Tipos de Sujeito":
Agora vamos estudar os tipos de sujeito na oração. Como cada um deles se apresenta e quais as suas características.
"Sujeito Simples":
Quando apresenta apenas "um núcleo", "um substantivo":
"João" comeu, "Eu" saí, "Todos" estão aqui.
Note que o sujeito é dito simples pela quantidade de núcleos ou substantivos.
Observe:
Dez milhões de pessoas estiveram nas ruas em protesto.
Sujeito: "Dez milhões de pessoas"
Núcleo do Sujeito: "pessoas"
Dez milhões de "pessoas" estiveram nas ruas em protesto.
Note chamamos este sujeito de Sujeito Simples não pela da quantidade de pessoas (Dez milhões), e sim pela quantidade de substantivos (pessoas).
Neste caso: Dez milhões de pessoas estiveram nas ruas em protesto. Temos apenas um substantivo no sujeito, portanto temos um único núcleo: sujeito simples.
"Sujeito Composto":
Quando apresenta apenas "um núcleo", "um substantivo":
"João" comeu, "Eu" saí, "Todos" estão aqui.
Note que o sujeito é dito simples pela quantidade de núcleos ou substantivos.
Observe:
Dez milhões de pessoas estiveram nas ruas em protesto.
Sujeito: "Dez milhões de pessoas"
Núcleo do Sujeito: "pessoas"
Dez milhões de "pessoas" estiveram nas ruas em protesto.
Note chamamos este sujeito de Sujeito Simples não pela da quantidade de pessoas (Dez milhões), e sim pela quantidade de substantivos (pessoas).
Neste caso: Dez milhões de pessoas estiveram nas ruas em protesto. Temos apenas um substantivo no sujeito, portanto temos um único núcleo: sujeito simples.
"Sujeito Composto":
Quando apresenta "mais de um núcleo",
"mais de um substantivo
"João e Maria" comeram o bolo, "Eu e Maria" saímos juntos etc.
Atente para a quantidade de núcleos dentro do sujeito.
Um núcleo ou substantivo – sujeito simples.
Mais de um núcleo ou substantivo – sujeito composto.
"Sujeito Claro ou explícito":
O sujeito é dito claro quando aparece escrito na oração:
"João" comeu, "Eu e ela" saímos, "Todos" estão aqui.
Note que os Sujeitos Claros podem ser simples ou compostos!
Nestes casos, além de sabermos a quantidade de núcleos, sabemos quem são estes núcleos, pois estão escritos na oração de forma clara.
"Sujeito Desinencial ou Elíptico ou Implícito":
(Nova Nomenclatura)
Antigamente chamado de "Sujeito Oculto", o Sujeito Desinencial não aparece escrito na oração, mas está subentendido.
Observe:
"João e Maria" comeram o bolo, "Eu e Maria" saímos juntos etc.
Atente para a quantidade de núcleos dentro do sujeito.
Um núcleo ou substantivo – sujeito simples.
Mais de um núcleo ou substantivo – sujeito composto.
"Sujeito Claro ou explícito":
O sujeito é dito claro quando aparece escrito na oração:
"João" comeu, "Eu e ela" saímos, "Todos" estão aqui.
Note que os Sujeitos Claros podem ser simples ou compostos!
Nestes casos, além de sabermos a quantidade de núcleos, sabemos quem são estes núcleos, pois estão escritos na oração de forma clara.
"Sujeito Desinencial ou Elíptico ou Implícito":
(Nova Nomenclatura)
Antigamente chamado de "Sujeito Oculto", o Sujeito Desinencial não aparece escrito na oração, mas está subentendido.
Observe:
Saí de casa ontem.
Quem saiu?
Eu!
Sabemos que a pessoa que saiu de casa fui “eu”, mesmo sem a palavra "Eu" estar escrita.
Como sabemos?
Esta resposta quem nos fornece é o verbo, através de sua terminação ou desinência.
Saí cedo – eu.
Saíste cedo – tu.
Saiu cedo – ele.
Saímos cedo – nós.
Saístes cedo – vós.
Atente que a terminações (desinências) dos verbos nos auxiliam na identificação do sujeito. Perceba que o sujeito não está na verdade “oculto”, mas sim subentendido ou implícito.
"Fique bastante atento":
As desinências verbais nos auxiliam na identificação do sujeito de dois modos: quem é a pessoa ou a quantidade de pessoas que pertence ao sujeito.
Observe: (Suponha você lendo cada frase!)
- Primeira Pessoa Singular - "a pessoa que fala" - Eu saí
(O sujeito "eu" nos permite saber quantos saíram (1) e quem saiu (Eu, portanto eu mesmo).
Quem saiu?
Eu!
Sabemos que a pessoa que saiu de casa fui “eu”, mesmo sem a palavra "Eu" estar escrita.
Como sabemos?
Esta resposta quem nos fornece é o verbo, através de sua terminação ou desinência.
Saí cedo – eu.
Saíste cedo – tu.
Saiu cedo – ele.
Saímos cedo – nós.
Saístes cedo – vós.
Atente que a terminações (desinências) dos verbos nos auxiliam na identificação do sujeito. Perceba que o sujeito não está na verdade “oculto”, mas sim subentendido ou implícito.
"Fique bastante atento":
As desinências verbais nos auxiliam na identificação do sujeito de dois modos: quem é a pessoa ou a quantidade de pessoas que pertence ao sujeito.
Observe: (Suponha você lendo cada frase!)
- Primeira Pessoa Singular - "a pessoa que fala" - Eu saí
(O sujeito "eu" nos permite saber quantos saíram (1) e quem saiu (Eu, portanto eu mesmo).
- Segunda Pessoa Singular - "a pessoa com quem
eu falo" - Tu saíste
(Sabemos quantos saíram (1) e sabemos quem saiu (Tu: a pessoa com quem eu falo, que está deve estar diante de mim pra que eu fale "tu").
- Terceira Pessoa do Singular - a pessoa "de quem" eu falo - Ele saiu (Sabemos que é apenas uma pessoa, mesmo podendo não saber quem é, já que estamos falando "de alguém": ele...)
- Primeira Pessoa do Plural - Nós saímos - (Sabemos quem é, pois fazemos parte do sujeito: "nós", mesmo não indicando quantos "nós" somos.)
- Segunda Pessoa do Plural - Vós saístes - (Sabemos quem é e quantos são, pois estamos diante deles: Vós: com quem falamos.)
- Terceira Pessoa do Plural - Eles saíram - (Não sabemos quem é, nem quantos são.)
Vamos pensar um pouco sobre isso:
A "desinência verbal" não nos indica quem é o sujeito, nem quantos são, no caso da "terceira pessoa do plural".
Ou seja:
As desinências da primeira, segunda e terceira pessoa do singular e da primeira e segunda pessoa do plural (quando os sujeitos não estão escritos) nos indicam que o sujeito é desinencial ou elíptico ou implícito. Porque mesmo não estando escritos, sabemos quem são ou quantos são!
(Sabemos quantos saíram (1) e sabemos quem saiu (Tu: a pessoa com quem eu falo, que está deve estar diante de mim pra que eu fale "tu").
- Terceira Pessoa do Singular - a pessoa "de quem" eu falo - Ele saiu (Sabemos que é apenas uma pessoa, mesmo podendo não saber quem é, já que estamos falando "de alguém": ele...)
- Primeira Pessoa do Plural - Nós saímos - (Sabemos quem é, pois fazemos parte do sujeito: "nós", mesmo não indicando quantos "nós" somos.)
- Segunda Pessoa do Plural - Vós saístes - (Sabemos quem é e quantos são, pois estamos diante deles: Vós: com quem falamos.)
- Terceira Pessoa do Plural - Eles saíram - (Não sabemos quem é, nem quantos são.)
Vamos pensar um pouco sobre isso:
A "desinência verbal" não nos indica quem é o sujeito, nem quantos são, no caso da "terceira pessoa do plural".
Ou seja:
As desinências da primeira, segunda e terceira pessoa do singular e da primeira e segunda pessoa do plural (quando os sujeitos não estão escritos) nos indicam que o sujeito é desinencial ou elíptico ou implícito. Porque mesmo não estando escritos, sabemos quem são ou quantos são!
Mas no caso da terceira pessoa do plural, o sujeito
é dito "Indeterminado", pois não sabemos quem nem quantos são.
Observe:
"Sujeito Indeterminado":
O sujeito é dito Indeterminado quando realmente não podemos identificar quem é, nem quantos são.
Temos duas possibilidades de SUJEITO INDETERMINADO:
1. Quando o sujeito não está claro e escrito na frase e o verbo está na terceira pessoa no plural: (Com vimos anteriormente)
Comeram todo o bolo.
Quem comeram? Eles... Eles quem? Não sabemos.
Cedo, entraram em colapso.
Quem entraram? Eles... Eles quem? Não sabemos.
2. No caso em que temos a combinação:
Verbo transitivo indireto + "SE" na terceira pessoa.
Observe:
Observe:
"Sujeito Indeterminado":
O sujeito é dito Indeterminado quando realmente não podemos identificar quem é, nem quantos são.
Temos duas possibilidades de SUJEITO INDETERMINADO:
1. Quando o sujeito não está claro e escrito na frase e o verbo está na terceira pessoa no plural: (Com vimos anteriormente)
Comeram todo o bolo.
Quem comeram? Eles... Eles quem? Não sabemos.
Cedo, entraram em colapso.
Quem entraram? Eles... Eles quem? Não sabemos.
2. No caso em que temos a combinação:
Verbo transitivo indireto + "SE" na terceira pessoa.
Observe:
Precisa-se de doceira.
Precisar – verbo transitivo indireto – quem precisa, "precisa de" alguma coisa + "SE" (Atente para a preposição.)
Este “se” é chamado de índice de indeterminação do sujeito, pois não sabemos quem precisa.
Cuidado:
Não confunda os “se”!
Necessita-se de dinheiro.
é diferente de:
Aplica-se injeção.
No primeiro caso: “Necessita-se de dinheiro” temos um sujeito indeterminado, pois temos um verbo transitivo indireto na terceira pessoa + "SE".
No segundo caso: “Aplica-se injeção” temos um sujeito simples e claro na voz passiva, o verbo é "transitivo diret"o (Quem aplica, aplica alguma coisa – sem preposição)
"Dica":Precisa-se de doceira.
Precisar – verbo transitivo indireto – quem precisa, "precisa de" alguma coisa + "SE" (Atente para a preposição.)
Este “se” é chamado de índice de indeterminação do sujeito, pois não sabemos quem precisa.
Cuidado:
Não confunda os “se”!
Necessita-se de dinheiro.
é diferente de:
Aplica-se injeção.
No primeiro caso: “Necessita-se de dinheiro” temos um sujeito indeterminado, pois temos um verbo transitivo indireto na terceira pessoa + "SE".
No segundo caso: “Aplica-se injeção” temos um sujeito simples e claro na voz passiva, o verbo é "transitivo direto" (Quem aplica, aplica alguma coisa – sem preposição)
"Dica":
Precisar – verbo transitivo indireto – quem precisa, "precisa de" alguma coisa + "SE" (Atente para a preposição.)
Este “se” é chamado de índice de indeterminação do sujeito, pois não sabemos quem precisa.
Cuidado:
Não confunda os “se”!
Necessita-se de dinheiro.
é diferente de:
Aplica-se injeção.
No primeiro caso: “Necessita-se de dinheiro” temos um sujeito indeterminado, pois temos um verbo transitivo indireto na terceira pessoa + "SE".
No segundo caso: “Aplica-se injeção” temos um sujeito simples e claro na voz passiva, o verbo é "transitivo diret"o (Quem aplica, aplica alguma coisa – sem preposição)
"Dica":Precisa-se de doceira.
Precisar – verbo transitivo indireto – quem precisa, "precisa de" alguma coisa + "SE" (Atente para a preposição.)
Este “se” é chamado de índice de indeterminação do sujeito, pois não sabemos quem precisa.
Cuidado:
Não confunda os “se”!
Necessita-se de dinheiro.
é diferente de:
Aplica-se injeção.
No primeiro caso: “Necessita-se de dinheiro” temos um sujeito indeterminado, pois temos um verbo transitivo indireto na terceira pessoa + "SE".
No segundo caso: “Aplica-se injeção” temos um sujeito simples e claro na voz passiva, o verbo é "transitivo direto" (Quem aplica, aplica alguma coisa – sem preposição)
"Dica":
No caso de voz passiva, podemos inverter a frase e
encontrar o sujeito de forma simples:
Aplica-se injeção
Inversão: Injeção é aplicada
Sujeito: (Quem é aplicada?) Injeção – sujeito simples e claro.
No caso do sujeito indeterminado, não é possível fazer a inversão:
Necessita-se de dinheiro.
Inversão: De dinheiro é necessitado.
Observe que não é possível encontrar o sujeito.
"Estes são os tipos de sujeito que vimos":
"Quanto à quantidade de núcleos": Sujeito simples ou composto.
"Quanto à identificação": Sujeito claro, desinencial ou indeterminado.
Temos ainda dois casos a estudar.
"Sujeito Oracional":
Neste caso, o sujeito possui um verbo substantivado. Temos um sujeito que é uma verdadeira oração, já que apresenta um verbo.
Aplica-se injeção
Inversão: Injeção é aplicada
Sujeito: (Quem é aplicada?) Injeção – sujeito simples e claro.
No caso do sujeito indeterminado, não é possível fazer a inversão:
Necessita-se de dinheiro.
Inversão: De dinheiro é necessitado.
Observe que não é possível encontrar o sujeito.
"Estes são os tipos de sujeito que vimos":
"Quanto à quantidade de núcleos": Sujeito simples ou composto.
"Quanto à identificação": Sujeito claro, desinencial ou indeterminado.
Temos ainda dois casos a estudar.
"Sujeito Oracional":
Neste caso, o sujeito possui um verbo substantivado. Temos um sujeito que é uma verdadeira oração, já que apresenta um verbo.
Cantar faz bem.
Verbo: faz
O que faz bem? Cantar.
Sujeito: Cantar – Sujeito Oracional.
Perceba que o verbo “cantar” se transforma em substantivo, podendo até admitir um artigo:
"O Cantar" faz bem.
"Oração sem Sujeito":
Existem casos especiais em que as orações não precisam de sujeito. Teremos todas as informações contidas no verbo, ou seja, teremos apenas Predicado.
Temos 3 possibilidades de orações sem sujeito.
1) Verbo haver quando significa existir
Há muitos homens trabalhando.
Notem que neste caso, ninguém “há”, ninguém executa o verbo, simplesmente “acontece”.
O verbo haver, neste caso, é chamado de impessoal e deve permanecer no singular.
"Cuidado":
Verbo: faz
O que faz bem? Cantar.
Sujeito: Cantar – Sujeito Oracional.
Perceba que o verbo “cantar” se transforma em substantivo, podendo até admitir um artigo:
"O Cantar" faz bem.
"Oração sem Sujeito":
Existem casos especiais em que as orações não precisam de sujeito. Teremos todas as informações contidas no verbo, ou seja, teremos apenas Predicado.
Temos 3 possibilidades de orações sem sujeito.
1) Verbo haver quando significa existir
Há muitos homens trabalhando.
Notem que neste caso, ninguém “há”, ninguém executa o verbo, simplesmente “acontece”.
O verbo haver, neste caso, é chamado de impessoal e deve permanecer no singular.
"Cuidado":
A regra só vale para o verbo "haver" e
desde que apresente o "sentido de existir".
O verbo existir ocorre normalmente com seu sujeito.
Existem muitos homens trabalhando.
Quem existem? Muitos homens.
Sujeito: Muitos Homens.
Núcleo: Homens.
2) Verbos que indiquem tempo cronológico ou fenômenos meteorológicos: ser, estar e fazer.
Está muito quente hoje.
Faz dez dias que ela se foi.
É noite.
Note que os verbos ficam todos impessoais e no singular, já que não há sujeito.
3) Verbos que indicam fenômenos da natureza: trovejar, chover, anoitecer, relampejar…
Choveu muito ontem.
Trovejou bastante.
"Cuidado":
O verbo existir ocorre normalmente com seu sujeito.
Existem muitos homens trabalhando.
Quem existem? Muitos homens.
Sujeito: Muitos Homens.
Núcleo: Homens.
2) Verbos que indiquem tempo cronológico ou fenômenos meteorológicos: ser, estar e fazer.
Está muito quente hoje.
Faz dez dias que ela se foi.
É noite.
Note que os verbos ficam todos impessoais e no singular, já que não há sujeito.
3) Verbos que indicam fenômenos da natureza: trovejar, chover, anoitecer, relampejar…
Choveu muito ontem.
Trovejou bastante.
"Cuidado":
Choveram canivetes naquela casa.
Quem choveram? Os Canivetes.
Sujeito: Canivetes (Sujeito simples e claro.)
Aqui, o verbo está no sentido figurado e não é fenômeno natural.
Quem choveram? Os Canivetes.
Sujeito: Canivetes (Sujeito simples e claro.)
Aqui, o verbo está no sentido figurado e não é fenômeno natural.
Aula 14: Exercícios
Aula 15: Exercícios de Revisão.
Aula 16: Prova Bimestral - NP1
Aula 17: Período composto. Introdução: conceituação e tipologia.
O Período Composto é composto por
mais de uma oração. Divide-se em dois tipos: Período Composto por Subordinação
e Período Composto por Coordenação.
Aula 18: Diferenças entre o período composto por coordenação e por
subordinação. Exercícios.
A diferença entre os dois tipos de período é que o período composto por
coordenação é formada por duas orações sintaticamente completas, uma não
depende da outra, e o período composto por subordinação há uma oração principal
e uma oração sintaticamente vinculada à oração principal.
Exemplo:
( 1) Escrevi uma carta e a enviei para meu amor.
Escrevi uma carta é uma oração completa sintaticamente, pois há um
sujeito oculto (eu), um verbo transitivo direto (escrevi) e o seu objeto direto
(uma carta). E
a enviei para meu amor também é
uma oração completa sintaticamente, pois há um sujeito oculto (eu), um verbo transitivo
direto e indireto, um objeto direto (a) e um objeto indireto (para meu amor).
Sendo assim, esse é um período composto por coordenação.
2) A mulher esperou que seu filho voltasse.
A mulher esperou é uma oração incompleta sintaticamente, pois há um
verbo transitivo, mas não há um objeto direto obrigatório completando essa
oração. Que seu filho voltasse nesse caso funcionará como objeto direto da oração
principal. Quando pegamos o verbo da oração principal nos perguntamos esperou o que? E a reposta será: que seu filho voltasse. Sendo assim, esse é um período
composto por subordinação.
Aula 19: Período composto por
coordenação: assindéticas e sindéticas. Exercícios
Oração coordenada assindética: são
orações coordenadas entre si, sem conectivo, apenas justapostas.
(1) Fomos ao cinema,
comemos pipoca, assistimos filme.
(2) Tomei um banho,
comi torradas, fui para o trabalho.
Oração coordenada sindética: são orações coordenadas entre si, só que há
um conectivo. Há cinco tipos de orações coordenadas sindéticas: aditivas,
adversativas, alternativas, conclusivas e explicativas.
· Oração
coordenada sindética aditiva: e, nem, não só… mas também, não só… como,
assim… como.
(3) Gosto de Christina
Aguilera, mas também gosto de Beyoncé.
(4) Comprei um dockside
azul e amei.
· Oração
coordenada sindética adversativa: mas, contudo, todavia, entretanto,
porém, no entanto, ainda, assim, senão.
(5) Vomitei muito na
festa, contudo me diverti muito.
(6) Não comprei o
protetor solar, mas mesmo assim fui à praia.
· Oração
coordenada sindética alternativa: ou… ou; ora…ora; quer…quer; seja…seja.
(7) Ou eu compro
laranja, ou eu compro maça.
(8) Quer faça chuva
quer faça sol, vou fazer essa prova.
· Oração
coordenada sindética conclusiva: logo, portanto, por fim, por
conseguinte, consequentemente.
(9) Passei no vestibular, portanto irei
comemorar.
(10) Conclui o meu projeto, logo posso descansar.
· Oração
coordenada sindética explicativa: isto é,
ou seja, a saber, na verdade, pois.
(11) Só passei na prova porque me esforcei por muito tempo.
(12) Só fiquei triste por você não ter viajado comigo.
Aula 20: Período composto por subordinação.
Orações Subordinadas Substantivas: São orações que exercem a mesma
função que um substantivo, na estrutura sintática da frase. Há seis tipos
de orações subordinadas substantivas:
· Oração
Subordinada Substantiva Subjetiva: ocupa a função de sujeito.
(1) É preciso que
o grupo melhore.
(2) Foi confirmado que
o exame deu positivo.
· Oração
Subordinada Substantiva Predicativa: ocupa a função do predicativo do sujeito.
(3) A dúvida é se
você virá.
(4) A verdade é que
você não virá.
· Oração
Subordinada Substantiva Objetiva Direta: ocupa a função do objeto direto.
(5) Nós queremos que
você fique
(6) Os alunos pediram que
a prova fosse adiada.
· Oração
Subordinada Substantiva Objetiva Indireta: ocupa a função do objeto indireto.
(7) As crianças gostam
(de) que esteja tudo tranquilo.
(8) A mulher precisa de
que alguém a ajude
· Oração
Subordinada Substantiva Completiva Nominal: ocupa a função de um complemento
nominal.
(9) Tenho vontade de
que aconteça algo inesperado.
(10) Toda
criança tem necessidade de que alguém a ame.
· Oração
Subordinada Substantiva Apositiva: ocupa a função de aposto.
(11) Toda
a família tem o mesmo objetivo: que eu passe no concurso.
Orações Subordinadas Adjetivas: Elas exercem a função de um adjetivo
dentro da oração principal. Há dois tipos de orações adjetivas:
· Oração
Subordinada Adjetiva Restritiva: Serve para designas algum elemento da frase,
nunca vem entre vírgulas.
(12) Você
é um dos poucos alunos que eu conheço.
(13) Eles
são um dos casais que falaram conosco ontem.
· Oração
Subordinada Adjetiva Explicativa: Serve para adicionar alguma característica, e
funciona estruturalmente como aposto e quase sempre estão entre vírgulas.
(14) Meu
tio, que era advogado, prestou serviços ao réu.
(15) Os
idosos, que gostam de dançar, se divertiram muito.
Aula 21: Recesso do Dia do Professor
Aula 22: Exercícios
Aula 23: Subordinadas Adverbiais. Exercícios.
Orações Subordinadas Adverbiais: é uma subordinada adverbial quando está
funcionando como um adjunto adverbial. Há nove tipos de oração subordinada
adverbial:
· Oração
Subordinada Adverbial Causal: designa a causa, o motivo.
(1) Ela cantou porque
ouviu sua banda favorita.
· Oração
Subordinada Adverbial Comparativa: estabelece uma comparação com
a oração principal.
(2) Ela andava leve como
uma borboleta.
· Oração
Subordinada Adverbial Concessiva: se opõe às ideias expressas pela oração
principal.
(3) Embora a prova
estivesse fácil, demorei bastante para terminar.
· Oração
Subordinada Adverbial Condicional: expressa uma condição para que aconteça
aquilo que a oração principal diz.
(4) Caso você não estude, ficará
muito ansioso para a prova.
· Oração
Subordinada Adverbial Conformativa: expressa conformidade ou algum tipo de
acordo com a oração principal.
(5) Como eu havia te
falado, a prova não estava fácil.
· Oração
Subordinada Adverbial Consecutiva: é a consequência da oração principal.
(6) Comecei o dia tão
mal que não consegui me concentrar no trabalho.
· Oração
Subordinada Adverbial Final: indica finalidade, propósito para que
acontece à oração principal
(7) Não vou fechar os
portões da biblioteca, para que você possa fazer sua pesquisa.
· Oração
Subordinada Adverbial Proporcional: indica proporção.
(8) Quanto mais você
fumar, mais grave ficará sua doença.
· Oração
Subordinada Adverbial Temporal: localiza a oração principal em um
determinado tempo.
(9) Quando você
voltar nós conversaremos com calma.
Aula 24: Exercícios
Aula 25: Jornada de Letras.
Aula 26: Orações Reduzidas
Orações Reduzidas: Segundo Trindade (?),
São orações construídas com as formas nominais do verbo infinitivo (terminação
São orações construídas com as formas nominais do verbo infinitivo (terminação
o em
-r), gerúndio (terminação em -ndo) e particípio (terminação em –ado / -ido),
sem a necessidade de conjunções ou pronomes relativos para
introduzi-las.
(1) O guia afirmou conhecer bem
a região. (O guia afirmou que conhecia bem a região) - Oração
Subordinada Substantiva Objetiva Direta
(2) Ele contava
historias de arrepiar os mais corajosos. (Ele contava
histórias que arrepiavam os mais corajosos.) – Oração Subordinada
Adjetiva Restritiva
Aula 27: Exercícios
Aula 28: Paralelismo Sintático
Ocorre paralelismo sintático quando a estrutura de termos coordenados
entre si é idêntica.
(1) Levei as botas,
meias, luvas, casacos e fui esquiar.
Nesse período há um erro, e há dois jeitos de reformulá-la:
(2) Levei as botas, as
meias, as luvas, os casacos e fui esquiar.
(3) Levei botas, meias,
luvas, casacos e fui esquiar.
Aula 29: Exercícios
Aula 30: Revisão do conteúdo
Aula 31: Prova bimestral - NP2
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